Sexta-feira, 4 de Julho de 2008

Modernidades

Se eu fosse traçar um paralelo entre a disponibilidade dos meus amigos no msn/gtalk e na vida real, o resultado seria aterrorizante. Neste exato momento, a única disponível na lista sou eu. De resto, somente os botõezinhos de ocupado ou ausente.

Não que eu seja uma eterna desocupada (se alguém visse a pilha de jornal que está embaixo do meu note neste exato momento...), cheia de tempo para bater papo, mas não custa estar disponível para dar um oi, né?!

Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

Estou comendo menos (e de forma mais saudável) desde segunda-feira, portando, se alguém me achar meio estranha, de mau humor, neurótica, acredite, é culpa do cardápio.

Juro.

Terça-feira, 1 de Julho de 2008

Crise dos 25

Sábado, vindo trabalhar, comprei a revista Poder, da Joyce Pascowitch, com o Nizan Guanaes na capa. É a revista número 4. Gostei. Devo me tornar uma leitora assídua. Ou não.

Isso porque, lendo a entrevista com o Nizan Guanaes, de quem eu só sabia informações BEM superficiais, me deparei novamente com aquela velha questão: "só se é feliz fazendo aquilo que se gosta". Eu realmente entro numa pequena crise quando se toca neste assunto. Entendam, é difícil pra mim.

Não sei se é coisa da idade, se vai ser assim pra sempre (rezo para que não), mas a freqüência com que eu e vários amigos (uhuu, NÃO me achei o centro do universo) pensamos se estamos na profissão certa é muito grande. Aí vem o senhor fodão (o Nizan) e diz que não se imagina passando dois terços do seu dia fazendo algo que não gosta. Nizan: nem eu, nem eu. O problema é que nem sempre "fazer o que se gosta combina" com "receber o dinheiro necessário para viver fazendo aquilo que se gosta".

Quando comecei no jornalismo, eu tinha crises de pânico ao pensar na possibilidade de ser assessora de imprensa. Aí eu fui indo, indo, indo e acabei aqui. (tá confuso, eu sei). Se hoje eu paro e penso: eu gosto do que eu faço? É isso que eu quero para a minha vida? Ah, é foda.

Ao me fazer essas perguntas, freqüentemente tenho chegado à conclusão que sim, eu gosto do que eu faço, mas não me acho competente de verdade para fazer. O raciocínio segue da seguinte forma: talvez se eu trabalhasse na TV ou fosse dona de uma pousada na praia ou colunista de uma revista/jornal/site (possibilidades que me atraem), eu ainda não me acharia boa o suficiente.

Talvez eu devesse ter insistido mais na história do teatro e ter virado atriz, mas seria diferente? E se eu empacasse na Malhação almejando Hollywood?

Não bastasse o seu Nizan fazer o que gosta e ganhar bem, ainda fica causando crises nas pessoas. Muito feio.

Ah, eu não atualizo o blog?

Saiba então que o bróg é meu, o pobrema é meu e a vida é minha (/Sol, ex-BBB).

*Mentira. Se sobrar tempo vou atualizar hoje ainda.

Béjo

Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Na folhinha

Ok, é fato e eu vou ter que me acostumar. Eu assumo, tenho TPM.

Mas faz tão pouco tempo que ela resolveu marcar território, que eu continuava negando, só que não tem mais como. Não foi a pele oleosa, as espinhas e as curvas mais arredondadas, e sim o meu emocional em frangalhos que me alertou para o desembarque definitivo da moça por aqui.

É uma ausência total de paciência com o pobre do Filipe (que me disse mês passado: "nah, tu só fica insuportável por um dia e meio), uma carência absurda dos amigos (o clássico "ninguém me ama, ninguém me quer), a paranóia de que as pessoas estão me ignorando no msn ou no gtalk, a vontade eterna de chorar. Sim, é muito triste.

Não fosse este quadro deplorável, lembro que a vontade de comidas gordinhas aumenta consideravelmente. Tipo, "c*, já tô me achando uma baleia e, ainda por cima, tô matando por batata-frita e chocolate?". Sim, é foda.

Aceitei. E esse post é um alerta para algum possível leitor que já tenha presenciado alguma atitude duvidosa da minha pessoa. Era TPM (m-e-l-h-o-r desculpa).

Infelicidade

Então, diante do falecimento da dona Ruth, meu post anterior ficou muito infeliz. E a competição entre elas se encerrou de maneira definitiva.

Terça-feira, 24 de Junho de 2008

A maldade da pessoa

Óun, gente! Como eu sou maldosa. Primeiro, começaram a pipocar as notícias sobre a internação da nossa ex-primeira-dama, Ruth Cardoso, e, logo em seguida, vieram as manchetes das agências anunciando a presença da dona Marisa Letícia em evento, mesmo lesionada.

(perdoem aqui o fato de eu estar viajando na sexta-feira e não ter acompanhado NADINHA das notícias nacionais - prova de que minha maldade é fruto da minha desinformação, e não uma falha de caráter)

Enfim, pensamento ÓBVIO: Marisa Letícia - como boa representante do sexo feminino que é - ficou enciumada com a atenção dada à ex , se jogou no chão e arranjou uma fratura na clavícula. Virou manchete.

A teoria que vinha se firmando na minha mente, foi turbinada com o título da notícia na Veja.com: Marisa e Ruth sob cuidados. Cer-te-za que a assessoria da primeira-dama conseguiu desbancar a cobertura dada à outra. Vou postar!

Antes, num ímpeto de responsabilidade, resolvi ler a matéria toda. Triste, muito triste. Minha história de poder, ciúme e atitudes dessperadas se esvaiu. A Marisa caiu da cama no Palácio da Alvorada na QUINTA-FEIRA e a Ruth só foi internada na SEGUNDA.

Tudo bem, assumo minha maldade, mas a dona Marisa caiu DA CAMA. Ponto.